Durante o período carnavalesco, a Prefeitura de Piracuruca, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Criança e Adolescente, promoveu uma ação inédita de prevenção à violência, reforçando a proteção de mulheres, crianças e adolescentes em diversos pontos da cidade.
A iniciativa, coordenada pela secretária Silvania Timóteo, contou com o apoio e alinhamento estratégico do CREAS, CRAS, da Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar do Piauí e do Conselho Tutelar de Piracuruca.
Prevenção nos espaços de festa
As equipes estiveram presentes em diferentes espaços de realização das festividades, levando informação, orientação e apoio direto à população. Durante as ações, foram distribuídos:
📄 Materiais gráficos educativos
🎗️ Pulseiras de identificação
📢 Informativos com canais de denúncia
📚 Conteúdos voltados à prevenção da violência contra mulheres, crianças e adolescentes
O objetivo foi conscientizar foliões sobre respeito, responsabilidade e os mecanismos de proteção disponíveis no município.
Rede de proteção fortalecida
A presença integrada das equipes reforçou a atuação da rede de proteção social durante o Carnaval, período que historicamente exige maior atenção das políticas públicas voltadas à garantia de direitos.
Segundo a Secretaria, a proposta foi não apenas agir de forma preventiva, mas também assegurar suporte imediato em situações de risco, ampliando a visibilidade dos canais de denúncia e fortalecendo o trabalho interinstitucional.
A secretária Silvania Timóteo destacou que a ação representa um avanço importante para o município:
“Nosso compromisso é garantir que a alegria do Carnaval venha acompanhada de segurança e respeito. Trabalhamos para que mulheres, crianças e adolescentes estejam protegidos em todos os espaços.”

Compromisso com a proteção e os direitos
A iniciativa marca um novo momento na atuação do poder público municipal durante grandes eventos, consolidando a prevenção como eixo central das políticas de proteção social em Piracuruca.
A Secretaria reforça que casos de violência podem ser denunciados pelos canais oficiais, como o 180 (Central de Atendimento à Mulher), 190 (Polícia Militar) ou diretamente ao Conselho Tutelar.
O trabalho integrado demonstra que a festa pode — e deve — ser um espaço de alegria, mas também de responsabilidade e garantia de direitos.







0 Comentários