O Piauí Instituto de Tecnologia (PIT) tem apostado na formação acelerada de profissionais em inteligência artificial para atender à crescente demanda do mercado por especialistas na área. Durante entrevista ao Sistema O Dia de Comunicação, o diretor-presidente do instituto, Rafael Jales, destacou que a proposta da instituição é preparar alunos para ingressarem rapidamente no mercado de trabalho, acompanhando o avanço das novas tecnologias.
Segundo Rafael Jales, o PIT foi criado com foco em ensino tecnológico voltado às necessidades reais do mercado. Entre as iniciativas implantadas estão cursos de bacharelado e tecnólogo em inteligência artificial, além de formações profissionalizantes de curta duração, como o curso de introdução à inteligência artificial e o de analista de prompt.
“O Piauí Instituto de Tecnologia tem um foco muito claro, que é demandas voltadas ao mercado de trabalho. Eu quero criar profissionais que estejam aptos a estarem prontos para o mercado de trabalho”, afirmou o diretor.
De acordo com ele, a área de inteligência artificial possui caráter transversal e pode ser aplicada em diferentes segmentos profissionais, o que amplia as oportunidades de empregabilidade para quem busca capacitação na área. Rafael Jales afirmou ainda que profissionais qualificados em IA tendem a sair na frente em processos seletivos e oportunidades de trabalho.
“Eu não tenho dúvida que as pessoas que se capacitarem em inteligência artificial vão estar à frente de qualquer outro profissional para trabalhar e conseguir um emprego de forma mais rápida”, disse.
O diretor citou casos de estudantes capacitados pelo PIT que já foram contratados por empresas de fora do país para atuar remotamente. Um dos exemplos mencionados foi o de um aluno da rede pública estadual que passou a trabalhar para uma empresa internacional ministrando cursos de introdução à programação.
Além dos cursos superiores, o instituto também investe em formações mais rápidas como estratégia para inserir profissionais no mercado em menor tempo. A ideia, segundo o PIT, é democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e ampliar o alcance da inteligência artificial entre diferentes públicos.
“Nós criamos cursos curtos no qual a gente consegue formar profissionais de forma mais rápida e inserir eles mais rápido no mercado de trabalho”, explicou Rafael Jales.
Atualmente, o PIT também desenvolve projetos ligados à inovação, empreendedorismo e tecnologia aplicada aos serviços públicos. Entre eles estão plataformas de empregabilidade, soluções para a segurança pública e ferramentas voltadas à saúde digital.
O instituto ainda anunciou expansão da estrutura física e abertura de novas unidades em diferentes regiões do estado, além da previsão de novos cursos na área tecnológica.


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